sábado, 9 de fevereiro de 2013

PRIMEIRO, SEGUNDO E TERCEIRO MANDAMENTOS

O AMOR A DEUS NOS TORNA FELIZES

 “... O SENHOR NOSSO DEUS É O ÚNICO SENHOR. PORTANTO, VOCÊ DEVE AMAR O SENHOR SEU DEUS, DE TODO O SEU CORAÇÃO, DE TODA A ALMA, COM TODA A TUA MENTE E COM TODA AS TUAS FORÇAS". (MC12, 30).

 
 Hoje trataremos sobre os três primeiros mandamentos da Lei de Deus. Vejamos o que se trata?
 O 1o. Mandamento nos ensina a amar a Deus sobre todas as coisas.
Vamos amar a Deus porque Ele é bom; porque nos criou e nos ama e porque está sempre conosco.
O amor a Deus é verdadeiro. É o amor verdadeiro que devemos ter com nossos irmãos. Afinal, como podemos amar a Deus que não vemos, se não amamos as pessoas que vemos?

As pessoas que não amam a Deus usam o Nome de Deus para justificar a sua preguiça ou as suas maldades. Dizem: “É Deus que quer assim” e deixam tudo do jeito que está: um mundo cheio de tristeza e de miséria. Deus não quer as coisas ruins.
É isto que nos ensina o segundo Mandamento.
Qual é ele, mesmo?
“Não falar seu Santo Nome em vão”.
Deus é o Deus da Vida. Ele só quer que façamos coisas boas.
Os hebreus chamaram a Deus de “Javé”.
O nome é muito importante para as pessoas.
O nome dá identidade e abre o relacionamento com os outros, com as coisas criadas, com a natureza e com os animais.
Deus defende a Vida do povo.
Quando alguém prejudica a Vida e continua falando de Deus, está dizendo o nome de Deus em vão, isto é, à toa.
Este Mandamento completa o primeiro e lhe dá a maior força. Deus é Santo. Seu nome merece respeito. As pessoas, as coisas criadas e os lugares consagrados a Deus também merecem respeito.
 http://img.photobucket.com/albums/v507/luisgrodrigues/mandamento.gif

 O 3o. Mandamento, santificar as festas, é a observância do sétimo dia, dia de descanso, ou dia de sábado. Sábado quer dizer “sétimo dia”. Nós costumamos falar em “santificar os domingos e os dias de guarda”. O texto da Bíblia diz “Lembre-se do dia de sábado para santificá-lo...”
Qual o sentido deste Mandamento? Será que é só uma questão de não trabalhar, de ir à Igreja e mais nada?
Não. O que Deus quer dizer é que precisamos reservar um tempo para refletir mais, para nos aproximar
mais de Deus pela oração, pela Missa e pela prática do bem.
Assim, domingos e dias santos devem servir para a oração e para o lazer, para a vida em família e para a vida em comunidade.
Santificar as festas e os domingos não é só participar da missa. A missa é importante para aumentar o nosso amor a Deus. Mas é importante reconhecer que o nosso compromisso com Deus é realizado aqui na terra através do nosso amor, do carinho e da solidariedade para com todas as pessoas.






terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


Os dez mandamentos




As leis que Deus nos deixou para sabermos se estamos seguindo a Sua vontade e desta forma estamos obedecendo-O, são os DEZ MANDAMENTOS.

Quais são os Dez mandamentos?

1°) AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS
2°) NÃO TOMAR SEU SANTO NOME EM VÃO
3°) GUARDAR DOMINGOS E FESTAS DE GUARDA
4°) HONRAR PAI E MÃE
5°) NÃO MATAR
6°) NÃO PECAR CONTRA A CASTIDADE
7°) NÃO ROUBAR
8°) NÃO LEVANTAR FALSO TESTEMUNHO
9°) NÃO DESEJAR A MULHER DO PRÓXIMO
l0°) NÃO COBIÇAR AS COISAS ALHEIAS

Vamos falar de cada um deles.

1 - Amar a Deus sobre todas as coisas.
Amar a Deus no próximo, através do nosso irmão. Temos que nos assemelharmos à Ele, e para isso nos temos que;
- Amar a todos
- A todos perdoar.
- A todos servir
- E a ninguém excluir

Santo Agostinho definia que o nosso amor por Deus é assim: "Um conflito entre dois amores: o amor de Deus impelido até o desprezo do amor de si." ou "o amor de si impelido até o desprezo do amor de Deus".

Quando fomos batizados nós nos tornamos cristãos. Isso quer dizer que nós não somos apenas amigos de Cristo, mas que estamos inseridos (fazemos parte) no seu projeto de salvação, de restauração.

Jesus Cristo veio para restaurar a vida das pessoas, da igreja. Ex: nas Bodas de Caná Ele transformou a água em vinho, deu vida ao filho da viúva de Naim, fez os cegos enxergarem, os surdos ouvirem, os coxos andarem, etc... Nós temos que a exemplo de Jesus Cristo restaurar a vida da sociedade.

E eu restauro a sociedade quando eu ajo com a consciência moral cristã, testemunho Jesus Cristo onde quer que eu esteja, quando luto contra os preconceitos racial, de cor, nível social.

"Deus só pede o nosso amor" - Leia Mt 22, 34-40

2 - Não tomar seu santo nome em vão.
- Proíbe todo uso impróprio do nome de Deus.
- Respeito - consequência do amor
- Jurar usando o nome de Deus

3 - Guardar domingos e festas de guarda
- Assistir e participar das missas - um único dia para adorar e louvar a Deus.

4 - Honrar Pai e Mãe
- Respeito aos pais
- Obediência
- Diálogo

Na primeira parte da vida nós nos perguntamos qual o sentido daquilo que a gente fez, o que a gente é. Na segunda parte da vida nos temos à sabedoria. Na primeira parte nos devemos nos orientar pelos mais velhos porque eles têm a sabedoria e a experiência.

5 - Não matar
Só Deus tem o direito de tirar a vida
- Aborto
- Eutanásia
- Suicídio
- Homicídio

6 - Não pecar contra a castidade
Integração correta da sexualidade na pessoa
- Namoro
- Se manter puro (corpo e alma)
- Relacionamento superficial dos jovens

Pensamento: Sempre que uma pessoa procura um prazer a curto prazo, vai ter um sofrimento a longo prazo.

7 - Não roubar
- Apropriar-se do que não é seu
- Roubar a paz

8 - Não levantar falso testemunho
- Matar com a língua.
- Desmoralizar
- Ter misericórdia com o próximo
Quando falar, falar com a pessoa certa, pedir a orientação do Espírito Santo.
Jesus disse: Não é o que entra pela boca que causa mal e sim o que sai da boca.

9 - Não desejar a mulher do próximo
- Respeito ao compromisso assumido pelos outros
- Matrimônio
- A importância da família

10 - Não cobiçar as coisas alheias
- Sermão da Montanha - Mt. 5, 1 - 12
"O SER tem que estar acima do TER"

Quando Jesus morreu na cruz Ele realizou a salvação. Na hora de sua morte, o sacrifício de Cristo se torna a fonte de onde brotará o perdão dos pecados portanto, para todo pecado existe perdão, apenas um único é imperdoável: é você morrer sem acreditar em Deus, é o pecado contra o Espírito Santo, é o pecado da pessoa que não aceita o amor de Deus e o seu perdão.

Existe pecado maior e menor?
O pecado maior é o pecado mortal ou grave.
O pecado menor é o pecado venial ou leve.

Para haver pecado é necessário:
1) Matéria grave
2) Consciência plena
3) Consentimento pleno

Também pecamos por omissão. . .

Deus é amor, misericórdia. Temos a certeza do amor de Deus.
PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO - Lc. 15, 11 - 32

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Aliança: um pacto de amizade

Hoje o encontro retratou sobre a Aliança que Deus fez com seu povo. O povo de Deus, como todos os povos, também teve uma lei para  organizar a vida do grupo. Compreende-se os dez mandamentos à luz da Aliança, na qual Deus se revela, fazendo conhecer a sua vontade. Ao observar os mandamentos, o povo exprime a própria pertença a Deus e responde com gratidão àiniciativa de amor dele.
Deus fez um pacto de amizade, uma aliança com seu povo e, no Monte Sinai entregou a Moisés, que era líder do povo, as tábuas contendo os mandamentos. Essa Lei indica o caminho seguro e feliz para viver bem e em paz com Deus, com o próximo, com a natureza e consigo mesmo. 
Ao apresentar os mandamentos, traça, para cada um de nós, e particular, o caminho de uma livre da escravidão do pecado. Os mandamentos não podem ser compreendidos apenas como proibição, mas sim como projeto de vida saudável e frutuosa. Os três primeiros falam do nosso encontro, da nossa relação com Deus
 Vivenciar os mandamentos hoje significa seguir a própria orientação que Jesus deu quando lhe perguntaram sobre o maior mandamento "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao proximo como a ti mesmo."
Se nos amamos de fato, não queremos fazer nada que nos prejudique. Se amamos o próximo como a nós mesmos, jamais lhe faremos algo que nos magoe, o machuque ou humilhe. Sendo assim, façamos um exame de consciência para percebemos quais mandamentos não estamos praticando com eficácia. E quais os que não estão sendo vivenciados na sociedade.
 


domingo, 27 de janeiro de 2013

Olá galerinha da Primeira Eucaristia aqui quem vos fala é a sua catequsta Aninha... já voltamos aos nossos trabalhos na catequese no dia 20 de janeiro onde no encontro foi feito uma breve revisão de tudo o que já conversamos sobre o Antigo Testamento, tirei algumas dúvidas e passei algumas novidades que são:
  • Todos os últimos sábados a catequese deverá participar de uma missa que se realiza no Cemitério do Carmo as 15 horas... 
  • E no dia 23/02 será nosso primeiro passeio do ano, faremos uma visita monitorada a Catedral Metropolitana da Sé, neste dia devido ao passeio não participaremos na missa no Cemitério do Carmo, mas sim lá na Catedral...
Então fiquem atentos aos recados e um bom inicio de ano a todos...

sábado, 1 de dezembro de 2012

São Francisco Xavier

 
A Igreja sempre se apoiou nos missionários para sua expansão no decorrer dos séculos. Primeiro foram os apóstolos que se espalharam pelo mundo após a ressurreição de Jesus. Durante o período do descobrimento, entre os séculos XV e XVI, o cristianismo encontrou nos missionários da Companhia de Jesus, os jesuítas, a forma de iniciar a evangelização nas Américas e no Oriente: Índia, Japão e China. Francisco Xavier, considerado o maior dos missionários jesuítas, foi o fundador dessas missões no Oriente. Nasceu no reino de Navarra, Espanha, em 7 de abril de 1506. Era filho de uma família nobre, que havia projetado para ele um futuro de glória e riqueza no mundo, matriculando-o, com dezoito anos, na Universidade de Paris. Mas não foi no campo terreno que ele se sobressaiu e sim no espiritual. Francisco formou-se em filosofia e lecionava na mesma universidade, onde conheceu um aluno bem mais velho e de idéias objetivas e tudo mudou. Tratava-se do futuro santo Inácio de Loyola, fundador dos jesuítas. Loyola sonhava formar uma companhia de apóstolos para a defesa e propagação do cristianismo no mundo. Viu em Francisco alguém capaz de ajudá-lo na empreitada e tentou conquistá-lo para a causa. Tarefa que se revelou nada fácil, por causa do orgulho e da ambição que Xavier tinha, projetadas em si por sua família. Loyola, enfim, convenceu-o com uma frase que lhe tocou a alma: "De que vale a um homem ganhar o mundo inteiro se perder sua alma?" (Mc 8, 36). Francisco tomou-a como lema e nunca mais a abandonou, nem ao seu autor, Jesus Cristo. Os papéis se inverteram e Inácio passou a ser mestre de seu professor, ensinando-lhe o difícil caminho da humildade e dos exercícios espirituais. Francisco, por fim, se retirou por quarenta dias na solidão, preparando-se para receber a ordenação sacerdotal. Celebrou sua primeira missa com trinta e um anos e se tornou co-fundador da Companhia de Jesus. Passou, então, a cuidar dos doentes leprosos, doença de então, segregados pela sociedade. Com outros companheiros, fixou-se, em 1537, em Veneza, onde recolhia das ruas e tratava aqueles a quem ninguém tinha coragem de recolher. Foi então que D. João III, rei de Portugal, pediu a Inácio de Loyola para organizar um grupo de sacerdotes que acompanhassem as expedições ao Oriente e depois evangelizassem as Índias. O grupo estava pronto e treinado quando um dos missionários adoeceu e Francisco Xavier decidiu tomar o seu lugar. O navio, com novecentos passageiros, entre eles Francisco Xavier, partiu de Lisboa com destino às Índias. Foi o início de uma viagem perigosíssima e cheia de transtornos, que demorou praticamente um ano. Durante todo esse tempo, Francisco trabalhou em todos os serviços mais humildes do navio. Era auxiliar de cozinha, faxineiro e enfermeiro. Finalmente, chegaram ao porto de Goa. Desde então, Francisco Xavier realizou uma das missões mais árduas da Igreja Católica. Ia de aldeia em aldeia, evangelizava os nativos, batizava as crianças e os adultos. Reunia as aldeias em grupos, fundava comunidades eclesiais e deixava outro sacerdote para tocar a obra, enquanto investia em novas frentes apostólicas noutra região. Acabou saindo das Índias para pregar no Japão, além de ter feito algumas incursões clandestinas na China. Numa delas, na ilha de Sacian, adoeceu e uma febre persistente o debilitou, levando-o à morte, em 3 de dezembro de 1552, com apenas quarenta e seis anos de idade. A Igreja o beatificou em 1619, canonizando-o em 1622. Celebrado no dia de sua morte, como exemplo do missionário moderno, são Francisco Xavier foi, com toda justiça, proclamado pela Igreja patrono das missões, e pelo trabalho tão significativo recebeu o apelido de "são Paulo do Oriente".